Pesquisa eleitoral em Santa Luzia (MG) coloca Calixto na liderança

De: O Tempo Eleições

O ex-prefeito Carlos Calixto (PSB) é o favorito para voltar ao
comando do Executivo de Santa Luzia, na região metropolitana de Belo
Horizonte. O socialista, que esteve à frente do município por dois
mandatos (entre 1997 e 2004), lidera a pesquisa DataTempo/CP2 realizada na cidade no fim de agosto.

Calixto
tem 49,3% das intenções de voto. A adversária mais próxima, Cristina
Correa (PT), possui 10,3%. O atual prefeito, que tenta se reeleger,
Gilberto Dorneles, também conhecido como Dr. Gilberto (PSD), aparece com
5,1%, mesmo índice obtido por Aguinaldo Campos (PSDB). Completa a lista
Wilson Vieira (PSC), com 0,6% da preferência.

A pouco mais de um
mês da eleição, o número de indecisos ainda é alto, 24,6%. As intenções
de votos em branco e nulo representam 3,1%, enquanto outros 1,9% dos
pesquisados não votarão em ninguém.
Um quesito que confirma o
favoritismo de Calixto é a consolidação da escolha. Dos pesquisados,
69,8% asseguraram que o voto é definitivo. Já 28,9% acreditam que podem
mudar de opinião.

A vantagem do candidato do PSB também é
significativa na consulta espontânea, na qual os entrevistados não são
apresentados à lista de concorrentes. Calixto recebe 38,2%. Porém é
ainda maior a quantidade dos que não sabem em quem irão votar: 39,7%. A
petista foi lembrada por 5,7%. Outros 4,9% citaram Dr. Gilberto. O
tucano recebeu menções de 3,3%, e o do PSC, de 0,2%. Ainda
espontaneamente, 4,1% declararam a vontade de votar em branco ou nulo.
Não escolheriam ninguém 3,9%.
Mudança. Na lista da rejeição, o primeiro lugar é
ocupado pelo atual prefeito. O representante do PSD não receberia o voto
de 58,1% dos eleitores consultados. Wilson Vieira é rejeitado por
10,7%. Já Calixto tem resistência de 5,7%. O nome que sofre menor
rejeição é o de Aguinaldo, citado por 1,9%.

A rejeição ao atual
prefeito tem relação com a vontade de mudar o comando da cidade.
Questionados, apenas 12,7% disseram que pretendem votar na continuidade
contra 74,1% que afirmam preferir a oposição.